sexta-feira, 6 de julho de 2012

Trabalho Final!!!!

É isso ai galera chegamos ao final da caminhada neste semestre conturbado, esperamos que tenham gostado do trabalho efetuado ao londo desses meses e que saibam que tenham aprendido conosco um pouco mais sobre diplomática e tipologia documental. Nesta postagem vocês terão acesso ao nosso trabalho final, "Mapeando o PIBIC", em primeiro momento ele estará disponibilizado no Google docs Aqui e Aqui  no formato PDF e XENA, posteriormente estaremos disponibilizando em formato PDF pelo 4shared e no formato XENA pelo mesmo.

Agradecemos pela atenção e saibam que pretendemos eventualmente dar seguimento ao Blog já que é um projeto que não tem fim!

Obs.: Para extrair o arquivo XENA faça o download do programa Aqui!

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Explicando o trabalho final


                                                                 Fonte da Imagem


Olá pessoal que acompanha o PósDiplomática!



Estamos na reta final do curso e já estamos preparando nosso trabalho final que tem como foco o PIBIC ( Programa de Iniciação Científica da Universidade). O nosso trabalho tem como objetivo principal estudar os processos (ou melhor, aqueles passos que poderiam constituir um processo) de tramitação que fazem parte do PIBIC, suas normatizações, documentos e etc, fazendo uma passagem por todos os documentos que fazem parte desse processo e que são indispensáveis pra sua execução. Ao final de toda essa trabalheira faremos uma proposta de normatização.
PIBIC
A principio podemos destacar o programa: o PIBIC, Programa desenvolvido a partir da necessidade de despertar o  talento cientifico  e investir na expansão de docentes envolvidos com o processo traz consigo a necessidade de boa gestão sobre a Iniciação Científica, haja vista a amplitude do próprio programa e com a estruturação que possui ( envolvendo uma universidade federal, agencias de fomento e tudo mais). Além disso, e mais importante para o interesse do próprio blog, a análise em si da movimentação de documentos que envolvam o desenvolvimento do programa é de interesse de estudo para os responsáveis pela referida gestão.
Há alguns documentos, nessa lógica da iniciação científica, bem importantes e que merecem atenção. Deve-se falar do caráter digital dos procedimentos envolvidos com a iniciação cientíca da UnB – e é a mesma realidade das várias instituições , até mesmo por ser, como veremos mais a frente, recomendação de importante regulamentação instituída pela própria agencia CNPq.
Os documentos que merecem destaque dentro dos processos no PIBIC são:
No processo de inscrição:
    Resumo do projeto de pesquisa;
    Plano de trabalho para cada estudante;
    Currículo Lates (CNPq); (na inscrição do coordenador)
    Caso envolva animais deve ser anexado aprovação do comitê que componha o sistema CEP/CONEP;
Processo: Etapas e Critérios de Seleção
   Etapa 1 – Análise preliminar Eliminatória: Verificação de atendimento de pré-requisitos ( Comitê Interno Gestor)
   Etapa 2 – Avaliação e seleção de canditadura:
A)   Perfil do orientador
B)   Mérito científico da proposta: Resumo do projeto de pesquisa do docente, Plano de trabalho de cada aluno;
C)   Se já houver sido aprovado por agência pública de fomento  de pesquisa a candidatura  receberá nota máxima;
Etapa 3 – Acompanhamento de candidatos
Etapa 4 – Resultado Final
Normatizações em destaque e evolução sobre  o Programa de póss graduação
Pode-se dizer que o programa em termos de instrumentos normativos vem se aperfeiçoando. A universidade, por meio do DPP, e competências afins, é responsável por algumas regulamentações que dão margem apara se pensar em uma evolução em relação ao programa obtida nos últimos ano. O estudo de importantes  resoluções que mostram isso é importante:.
Resolução DPP 4/2006
Resolução DPP/4/2009
Resolução CPP 1/2011
Resolução CNPq 7/2006

Referências
Disponível em : <http://www.prppg.univasf.edu.br/arquivo/pic/resolucao_17_2006.pdf> Acesso em:  21 de jun. 2012resolução CNPq





sábado, 9 de junho de 2012

Tese de Antropologia eleita a melhor do país


A melhor tese de doutorado do país em Antropologia foi produzida na Universidade de Brasília. A história dos quilombolas no Mato Grosso do Sul, sob a perspectiva do campesinato e da memória de seus idosos, além da luta política pelo direito à terra dessas comunidades, resultou em mérito e reconhecimento à pesquisa desenvolvida pelo professor-substituto do Departamento de Antropologia da Universidade de Brasília, Carlos Alexandre Plínio dos Santos. O estudo foi selecionado pelo Prêmio Capes de Tese Edição 2011, divulgado nesta semana. Foram eleitas as 45 melhores teses de doutorado, defendidas em 2010, em diferentes áreas do conhecimento.
Sob a orientação da professora Ellen Fensterseifer Woortmann, Carlos Alexandre demonstrou em sua tese que as aspirações camponesas que orientaram a formação dos primeiros quilombolas são as mesmas que até hoje mantêm as 17 comunidades rurais negras que investigou, no Mato Grosso do Sul. São ideais como acesso à terra, formação de famílias e controle do processo de trabalho.
Para o pesquisador, as interações ocorridas entre ex-escravos da região pesquisada e das fazendas escravocratas do Triângulo Mineiro e do sul de Goiás ocasionaram o que ele chamou de “irmandade”, ou seja, “uma união que tem como principal objetivo a preservação de um projeto camponês”. A partir desse processo, novos núcleos se fortalecem e se organizam, “interligando, até mesmo, territorialidades espacialmente descontínuas”.
O professor explica que “a terra, como núcleo organizador, continua a orientar as comunidades negras rurais, embora, agora, essa luta esteja ressignificada, já que antes era baseada no parentesco e no compadrio, e atualmente está conformada a um campo político representado pelo Movimento Quilombola e pelo Movimento Negro”.
Para o professor, a premiação é mais que um reconhecimento pessoal, mas também das comunidades investigadas em seu estudo. “Esse prêmio é interessante por dar visibilidade a uma luta histórica legítima, especialmente agora, em um momento político conflituoso, onde de um lado estão comunidades negras rurais quilombolas e os movimentos de resistência e de outro, governos estaduais, prefeituras e entidades de interesses agropecuaristas”. O pesquisador cita o julgamento da constitucionalidade do Decreto 4.887/2003, o qual confere direito aos quilombolas quanto à titularidade das terras ocupadas, a partir de ação impetrada pelo Partido Democratas.

IDOSOS - Entre 2006 e 2010, Carlos Alexandre dedicou ao todo doze meses a um trabalho de campo etnográfico e documental. Foram quase cem entrevistas, principalmente com pessoas idosas e nas comunidades quilombolas Dezidério Felippe de Oliveira e Tia Eva. “Como percebi no trabalho de campo, houve uma grande preocupação dos idosos no sentido de que suas memórias não se perdessem, por isso a pesquisa sobre o passado deles e dos seus ascendentes foi central para minha pesquisa”, relata. “Somada à luta pela terra, resgatar essa memória significa recompor uma história que a História Oficial se negou a contar”.
Carlos Alexandre destaca que sua preocupação foi a de não deixar cair no esquecimento os parentes já falecidos, a luta de homens, mulheres e famílias que atravessou gerações por um pedaço de terra, os parentes assassinados, suas tradições e memórias pessoais. “Reconstituir essa outra história é reafirmar a identidade dessas comunidades, de nossos negros, de nosso Brasil”, comentou. “Não fosse o apoio do Departamento de Antropologia da UnB, fórum de excelência da universidade, essa pesquisa não teria alcançado tamanho êxito e alcance”, elogiou. O curso de Antropologia da UnB é avaliado pela Capes com nota máxima: 7. As avaliações são feitas a cada três anos. A última foi em 2010.
A cerimônia de entrega dos prêmios aos autores e da distinção aos respectivos orientadores e programas de pós-graduação ocorrerá no edifício-sede da Capes, em Brasília, no dia 11 de julho.

domingo, 3 de junho de 2012

História curiosa: R.M.S Diplomática




                                                                   
                                                                   titanicuniverse.com
INSTIGANTE

    Há 100 anos, quando R.M.S Titanic afundou, centenas de pessoas morreram , algumas sobreviveram, algumas ficaram órfãs.
   No entanto, apesar de ser trágico, por toda a aventura e aspectos da evolução marítima demostrada pelo transatlântico,  a história é revivida ao longo do tempo de diversas formas. Cinema e museu são os maiores exemplos.
   Em exposições, foram apresentadas peças da época e inclusive o cartão de acesso ao navio (ou ao menos uma representação do que seria o bilhete do ingresso).
   A questão fica: os bilhetes podem ser objeto de estudo diplomático? E sendo assim por exemplo, poderiam ser usados para comprovar que possíveis testemunhas da tragédia realmente estiveram lá no dia do acontecido, que realmente são sobreviventes?
    Fica mais fácil com a Diplomática verificar se as características do documento indicam ligação com a época,  com a pessoa que diz ser da época, que diz ter vivido o acidente.
    Com todas as discussões até aqui, seria possível atestar a fala de quem apresentasse o bilhete dizendo que participiou do naufrágio do Titanic/1912?
     Pode-se perceber as possibilidades de se atestar tal fala  pelas características diplomáticas sim. É  possível  inclusive, dizer que a falta das verídicas informações afetam no rumo que as pessoas  tomam podendo as deixar vulneráveis até mesmo dentro de um navio de até então inabalável segurança.                                                                       ****


marciapimentel.blog.br
                                                                       
                                                                               ******


        Houve muitos relatos. Sobre pessoas e famílias, o mundo conheceu um pouco mais a partir dos relatos. Houve gente que acalmava gente, outros eram muito pequenos quando o naufrágio acontecia e teve gente que morreu mas salvou pessoas.
   Houve a história de Michel Navratil.
   Já falecido, era um bebê quando ele e seu irmão foram salvos. Seu pai morreu no naufrágio e no final de tudo a mãe acabou os reencontrando.
  Mas a atenção a essa história especificamente é pelo modo como agiu o pai dos dois para entrar a bordo com as crianças. Não se sabe como era exatamente o relacionamento do casal, mas o fato é que o pai de Navratil comprou as passagens com um nome falso. Ele estava levando os meninos para os EUA sem a permissão da mãe de quem havia se separado.
    Era um documento, o bilhete, provalvelmente autêntico por ter sido emitido por alguém de fato competente, mas certamente, não verídico por não conter as informações corretas quanto ao nome do comprador.
    Seguramente, o pai, caso sobrevivesse, teria dificuldade de demonstrar ou comprovar participação no desenrolar ou desfecho da história, ou atestar capacidade de testemunho sobre o ocorrido caso fosse chamado a relatar a alguém detalhes da tragédia.
   Até mesmo para o reconhecimento das crianças após já estarem a salvo em Nova Iorque era necessária a documentação com veracidade. Os bebês ficaram conhecidos e eram à epóca reconhecidos como os "órfãos do Titanic", pois ninguém sabia os verdadeiros nomes.
   A mãe (Sra Marcelle Navratil)   reconheceu os meninos alguns dias depois através de fotografia de jornal (Le Figaro) e, com grande dificuldade para comprovar a maternidade, conseguiu levá-los de volta pra casa.

Michel Navratil foi o último sobrevivente homem, conhecido. Morreu na França no dia 2 de fevereiro de 2001, aos 92 anos de idade. Afirmou que olhou muito para esse passado para sua escolha profissional. Foi professor universitário de Filosofia e diz que o naufrágio influenciou muito. Parece, no seu caso, ter sido a escolha certa.

Referências

 Disponível em: <http://www.titanicsite.kit.net/ilustres.html>. Acesso em 3 de jun. 2012.










quarta-feira, 30 de maio de 2012

UnB cria oito novos cursos de pós-graduação



Com o acréscimo dos novos programas, a UnB passa a oferecer 59 cursos de doutorado, 67 de mestrado e 8 de mestrado profissional. As propostas foram aprovadas pela Capes em dezembro de 2011. "Essa evolução está em perfeita consonância com a Capes e o Plano Nacional de Pós-Graduação, segundo a perspectiva de a universidade crescer quantitativa e qualitativamente", avalia Georgete Medleg Rodrigues, diretora de Pós-Graduação da UnB. "Esse quadro ilustra a mobilização e a maturidade da comunidade acadêmica no esforço de criação desses novos programas", complementa.
"Estamos na área de ponta da ciência com programas avançados e importantes, o que demonstra que dispomos de um corpo docente pujante com força para propor e sustentar esses programas", elogia a diretora, professora da Faculdade de Ciência da Informação e pós doutora pela Université de Paris 5

Leia a reportagem completa aqui!

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Análise de materiais não-convencionais!

                                            (Imagem disponível em http://www.agecin.com.br)

Falaaaaaa galera que acompanha nosso blog, essa semana vamos trazer para vocês um exercício interessante proposto por nossa monitora Laila. A atividade consistia em analisar suportes não convencionais (veja a proposta Aqui), e acabamos ficando com a instituição fictícia Rádio Informação. Sem mais demora vamos ao exercício.


Modelo de análise diplomática e tipológica de materiais não convencionais de arquivo

Em um arquivo podem existir vários tipos de documentos e materiais, desde os mais convencionais como papéis, até os não convencionais, como os CDs, arquivos digitais, vinis, e etc. Esses materiais precisam ser tratados adequadamente para que não haja perda da informação e que seja possível  recuperá-los quando for preciso.
A empresa fictícia pela qual ficamos responsáveis pela análise foi a “Rádio Informação”, que é uma rádio acadêmica, formada por alunos de diversos cursos de graduação da UnB. A Rádio tem como objetivo transmitir as notícias referentes à comunidade acadêmica e produção científica, além de produzir programas sobre cultura e história. Baseado nisso separamos as séries documentais e optamos por realizar a análise da série Script do programa papo científico. Abaixo segue o exemplo do formulário utilizado na análise diplomática e tipológica da série. 

Série: Identificação da série;
Descrição: Identificação do conteúdo do documento;
Espécie: Explicação do que é o documento;
Produtor: Pessoa ou instituição que reuniu a documentação/acervo;
Trâmite: Sequência de processos necessários para criação da documentação;
Função arquivística: Motivo pelo qual a série foi guardada no arquivo;
Função administrativa: Motivo para o qual a documentação foi criada;
Suporte: Material utilizado para confecção do documento;
Forma: 
A forma é importante pelo fato de ser plausível identificar se é original ou cópia;

Formato: 
É relevante pelo fato de ser necessário saber a configuração física, e esta depende do suporte e da manipulação que se teve para criá-lo;

Autor: Pessoa responsável pela produção do documento;
Data tópica: Local de criação do documento;
Data cronológica: 
Importante para se ter noção do período em que o documento foi produzido e necessário para a avaliação
;
Legislação: Legislação que influenciou na criação do documento ou que estipule prazos de guarda etc;
Séries relacionadas: 
Relevante para identificar a organicidade e relacionamento dos documentos das séries com os demais documentos;

Acesso: Nível de acesso permitido ao documento;
Idioma: Língua na qual o documento foi criado;
Conservação: Condições para possíveis manuseios e acondicionamento dos documentos;
Número de exemplares: Quantidade de exemplares disponíveis;


Com base nesse modelo partimos para a análise e como resultado obtivemos a seguinte análise:

Série: Script do Programa de Papo Científico;
Descrição: Não identificado;
Espécie: Script de programa de rádio;
Produtor: Rádio Informação;
Trâmite: Elaborado pelo produtor do programa. Aprovado pelo diretor e repassado ao apresentador (radialista);
Função arquivística: Comprovar a forma como foi conduzido o programa de rádio;
Função administrativa: Conduzir o programa de rádio;
Suporte: papel;
Forma: original;
Formato: caderno;
Autor: Não identificado;
Data tópica: Universidade de Brasília;
Data cronológica: Não identificada;
Legislação: Não se aplica;
Séries relacionadas: Projeto do programa, roteiro do program, lista de convidados etc;
Acesso: Restrito;
Idioma: Português;
Conservação: Acondicionar em papel de ph neutro, pasta suspensas, ambiente climatizado, livre de umidade e livre de contato direto com o sol;
Número de exemplares: Não identificado;

Referências:

DURANTI, Luciana. Diplomática: usos nuevos para una antigua ciencia.  Trad. Manuel Vázquez.  Carmona (Sevilla): S&C, 1996.  (Biblioteca Archivística, 5).

GRUPO DE ARCHIVEROS MUNICIPALES DE MADRID.  Tipologia documental municipal 2. Arganda del Rey: Ayuntamiento de Arganda del Rey, 1992.

GRUPO DE TRABAJO DE ARCHIVEROS MUNICIPALES DE MADRID.  Manual de tipologia documental de los municipios.  Madrid: Consejeria de Cultura de la Comunidad de Madrid, 1988. (Archivos, Estudios, 2).

DI PIETRO, L. e CARVALHO, N. Organização de documentos audiovisuais e imagéticos:
 uma abordagem em diplomática e tipologia documental. Monografia de Graduação em Biblioteconomia. UnB. 2010. Acesso através dehttp://digifotoweb.blogspot.com.br/2010/11/alunas-de-biblioteconomia-fazem.html


quinta-feira, 24 de maio de 2012

Atividade em sala - modelos de tipologia documental

 

                                                         fonte: culturadigital.br - google.




 - Lista dos modelos estudados : Cataluña, Ayuntamento de Barcelona e Aragón


Modelo
Cataluña

1 – Organismo: Editora Eduem;
2 – Descrição da documentação:  
      Série documental: Marcador de texto;
      Ordenação: não contém;
      Datas extremas:
            Data tópica: Maringá;
            Data cronológica: não contém;
      Função administrativa: Divulgação, Publicidade;
      Âmbito legal: Não contém;
      Documentos formam o processo: O livro, o registro na editora;
      Metros lineares: -
      Series antecedentes: Desconhecida;
      Series relacionadas: Desconhecida;
      Documentos: Não contém;
      Suporte: Papel;
      Suporte de substituição: Não se aplica;
3 – Valor da documentação
      3.1 – Para administrativo, Legal, Jurídico, Fiscal: Administrativo;
      3.2 – Histórico: Nenhum;
4 – Acesso à documentação : Ostensivo;
5 – Proposta de descarte e eliminação: Corrente;

Modelo
Ayuntamiento de Barcelona

A - Descrição
  1 - Denominação da série: Marcador de texto publicitários para registro de Publicidade - A666;
  2 - Escritório Produtora: Editora EUEM;
  3 - Finalidade da gestão: Divulgar lançamento de livros
  4 - Procedimento Administrativo: Produção do livro, produção de marcadores de texto para divulgação;
  5 - Legislação: Não contém;
  6 - Documentos que formam o processo: Toda a documentação necessária para a produção do livro;
  7 - Séries Antecedentes ou relacionadas: Livro;
  8 - Documentos recaptulativos: Relacionados à série;
  9 – Documentos duplicados: Relacionados à série;
 10 - Tipo de processo: Divulgação;
 11 - Vigência Administrativa: Enquanto durar;
 12 - Acesso: Ostensivo;
 13 - Data limite: Não contém;
 14 - Forma de ordenação: Códigos, cronológica, cor, etc;
 15 - Tipos de suporte: Papel, vários;
 16 - Aplicação informática: Não se aplica;
 17 - Localização da documentação: Onde estiver localizado no arquivo/Código;
 18 - Observações: Não é possível identificar o contexto arquivístico do conjunto documental;
 19 - Pessoas que podem acessar a informação: Todos;

B – Avaliação

 Critérios: 3 cópias;
 Propostas: Divulgação de lançamento de livros;
 Observações: Não é possível avaliar o documento sem o contexto; 
 Data:
   Cronológica: Não;
   Tópica: Maringá;
 Assinatura: UEM


Modelo
Aragón

1 - Código: Não contém;
2 - Tipo Documental: Marcador de texto;
3 - Transferência: Não contém;
4 - Prazo de Conservação: Não contém;
5 – Acesso: Ostensivo
6 -  Prazo: Não contém;

Segue ainda uma proposta de modelo para análise tipológica de documentos

Modelo  Pós-Diplomática

1 – Descrição:
a) Organização emissora; editora Eduem
b) Série:  Marcadores Eduem
c) Tipo: mardcadores para textual
d) Função arquivística/ administrativa;
e) Datas cronológica: não
f) Data tópica: UEM
g) Trâmite: publicação do livro, ordem de serviço, projeto de marcadores, comprovantes de impressão dos marcadores;
h) Sinais de validação; nome da editora , logo da Universidade Federal e da editora;
i) Especie: marcadores;
j) Gênero: textual/imagetico;
k) Suporte: papel ;
l) Forma: originais;
m) Formato: marcador/folheto;
n) Acesso: ostensivo;

2 - Eliminação: enquanto durar

3- a) Obsevações: sem observações;
    b) Assinaturas: apenas marca da Universidade;



Referências bibliográficas:

RUIPÉREZ, Mariano Garcia. Tipología y séries: cuadros de clasificación, cuestiones metodológicas y prácticas: Las Palmas de Gran Canaria: Anroart, 2007 (Asarca forma, 2) cap. 1.3, p. 41-47.

   




Direitos Humanos terá Pós - Graduação na UnB



A Universidade de Brasília está entre as primeiras instituições de ensino superior brasileiras a oferecer Mestrado em Direitos Humanos e Cidadania. “Há 25 anos, uma disciplina com esse mesmo nome é ofertada para todos os alunos da UnB”, lembra a professora Nair Bicalho, do Departamento de Serviço Social e coordenadora do Núcleo de Estudos para a Paz e Direitos Humanos (NEP), instância do Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares (CEAM), a que estará vinculado o novo curso de pós-graduação. Com início no segundo semestre, o Mestrado estará articulado a questões democráticas como movimentos sociais, lutas pelos direitos e políticas públicas. “Pretendemos interferir, participando das discussões”, disse. Além da UnB, outras quatro universidades também oferecem o Mestrado a partir deste ano. “A criação de cursos de pós-graduação em Direitos Humanos é um enorme avanço para a discussão nacional e proliferação de temas de pesquisa na área. Já existe uma fila enorme de interessados que vai de recém-formados a gestores públicos”, contou.
Leia mais sobre a reportagem Aqui!

terça-feira, 22 de maio de 2012

Japão inaugura a torre mais alta do mundo

                                                          Imagem: Reuters
Olá a todos que navegam neste blog. Hoje trago uma notícia um tanto distinta das que deveriamos encontrar esse blog, vamos tratar um pouco sobre a torre inalgurada recentemente no Japão.

Ta mais esse blog é sobre Pós Graduação e o que isso tem a ver com a torre?
A princípio quase nada, contudo se formos pararmos pra pensar chegaremos a algumas conclusões interessantes que estão fortemente contectadas com o tema desse blog.

Como sabemos, o Japão é um país modelo no que diz respeito ao seu sistema educacional. A Universidade de Tokyo, figura entre as melhores do mundo tanto em graduação, como em PÓS Graduação, isto sem falar nas demais universidades japonesas .

A inauguração dessa torre, representa um marco para o Japão e para o mundo, mostrando o que nos já conseguimos fazer , torres com mais de 634 metros de altura sem sustentação (o recorde anterior pertencia a CN Tower em Toronto/Canadá com aproximadamente 533 metros de altura).

Se formos análisar que o Japão, possui regras extremamente rígidas com suas obras (precisam seguir uma lista enorme de obrigações, tem de ser resistente a terremotos...), além das leis relativas ao trabalho no Japão e os títulos necessários para que um Engenheiro Civil possa atuar no Japão, essa torre no mostra exatamente a necessidade de se ter profissionais que foram que fizeram PÓS Graduação.

Infelizmente pelas bandas daqui, as pessoas se contentam com qualquer tipo de diploma (nível superior ainda é luxo no Brasil), na Europa e Ásia a preocupação é outra e quanto nós gastamos nosso dinheiro sustentando Carlinhos Cachoeira e companhia. Pelas bandas de lá , se gasta dinheiro formando engenheiros que gastam mais dinheiro construindo maravilhas para a humanidade...


Veja a notícia completa no site do G1: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/05/toquio-inaugura-torre-de-comunicacoes-mais-alta-do-mundo.html

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Diplomática e Tipologia em Ação!

                                                   (http://gabbyestevao.blogspot.com.br)



Caracteres externos
1.Suporte: Papelão
2.Forma: original
3.Formato: Capa de disco
4.Gênero: Textual/ Imagético
5.Idioma: Inglês.
 6.Sinais: nome do disco, nome da música, autógrafo do Freddie Mercury, número de série no canto inferior esquerdo.

Caracteres Internos
1.Função: Comprobatória ( de que o disco foi gravado) e recordação ( pelo autografo), também comprova o autor da trilha sonora do filme.
2.Data tópica: Não possui.
3. Data Cronológica: Não possui.
4. Tramitação: Não possui.( Documento fora de contexto)
5.Texto: Nome do Disco, nome da música , informações sobre o álbum , autógrafo, e imagem do rosto do cantor Freddie Mercury, Título do filme.
Comentário
Como o documento não está inserido em um contexto específico fica difícil delimitar sua real função, sua tramitação, quem produziu ou quem tem a custódia deste documento. Porém existem outros elementos diplomáticos extrínsecos que podem ser identificados facilmente.

Referências

GARCÍA RUIPÉREZ, Mariano. Tipología y séries documentales: cuadros de clasificación, cuestiones metodológicas y prácticas: Las Palmas de Gran Canaria: Anroart, 2007 (Asarca forma, 2)
DURANTI, Luciana. Diplomática: usos nuevos para una antigua ciencia.  Trad. Manuel Vázquez.  Carmona (Sevilla): S&C, 1996.  (Biblioteca Archivística, 5).

CEDOC e os Detetives!



                                                            (http://br.freepik.com)

O Centro de Documentação Universidade de Brasília tem por finalidade recolher, preservar e garantir o acesso aos documentos arquivísticos de valor permanente produzidos e acumulados pelas áreas meio e fim da Fundação Universidade de Brasília. Mas segundo as conclusões tiradas pelo nosso jornalista a visão do CEDOC não é bem essa pela sociedade em geral, foi entrevistado uma pequena amostra: Foram feitas perguntas sobre o que é o cedoc? O que guarda? Quais documentos? Abaixo os entrevistados e suas considerações.

1.           Tatiana- Mestranda da Tecnologia
Acredita que o estado de guarda da documentação existente no CEDOC é caótico, que devem ocorrer perdas frequentes de documentação. Para ela, se fosse necessário fazer uma pesquisa para adquirir referência documental o correto seria procurar a reitoria. Ela acredita que entre os documentos armazenados no CEDOC encontram-se Plantas baixas de edifícios da Universidade de Brasília, Projetos de alunos e documentos da administração da UnB, mas os documentos pessoais de alunos funcionários e professores são mantidos na reitoria.


2.           Flávio – Xerox do pavilhão Multiuso
Acredita que entre os documentos armazenados no CEDOC encontram-se Plantas e projetos de construções da UnB, Quadros de funcionários, Livros de grandes autores, teses de doutorado. Para ele o CEDOC é o Centro onde ocorre a organização da documentação da UnB.


3.           Kátia- Funcionária do Interfoco
Acredita que o CEDOC é o Museu da UnB e que para lá vão as documentações de todos os departamentos da UnB.


4.           Sara – Aluna de Física
Para ela os documentos da UnB vão para o CEDOC, onde são organizados por data, relevância e ordem alfabética (não necessariamente nessa ordem), entre esses documentos estão dados dos alunos, provas e dados dos professores.


5.           Marcos – Aluno de matemática
Acredita que as documentações ficam armazenadas em cada departamento, porém já ouviu falar do CEDOC, mas não saberia dizer do que se trata. Acredita que a documentação encontra-se em péssimo estado. Para ele entre a documentação armazenada no CEDOC encontram-se Históricos escolares, Comprovantes de matrículas entre outros.


O Analista Tecnológico, que ficou responsável por buscar informações sobre o CEDOC na internet, descobriu o site (http://www.cedoc.unb.br/) que possui informações diversas sobre a estrutura, função, mudanças futuras (Arquivo Geral), missão visão, e muitas outras informações. De forma geral encontrou-se sobra a história da instituição, sua vinculação com a Universidade e seu acervo.


 Sobre o CEDOC:

A criação do CEDOC: era provisoriamente centro de documentação e arquivo da universidade. Atualmente é órgão de assessoramento da reitoria diretamente.


Vai passar a ser o arquivo de fato atuando como arquivo geral da universidade ocorrendo com isso mudanças estruturais com o objetivo de atender toda a UnB.


Sua finalidade é implementar a gestão na FUB/UnB e tem a visão de se tornar referência nas políticas de gestão de documentos no âmbito universitário.

Sobre o acervo:

É composto de documentação de caráter intermediário e permanente majoritariamente (há trabalhos de microfilmagem no Centro). A organização do arquivo de modo geral se dará com base no código de classificação do Conarq, sendo a descrição do acervo e sua guarda definidas por códigos e tabelas do órgão. Há documentações de cunho corrente e séries importantes que merecem destaque como os registros de documentação em protocolo e documentação referente a pessoal do Cedoc que deve ficar no centro. Elas serão visualizadas em breve pelo público no sitio do Centro que está ainda em estruturação juntamente com demais documentação integrante do acervo. Os atos de reitoria nesse sentido são bem importantes constituindo uma série destaque no acervo.

O Observador tirou a conclusão de que o CEDOC é um grande aplicador da Tabela do CONARQ e o que temos lá em termos documentais, está estritamente vinculada a Universidade em sua área fim (Ensino, Pesquisa e Extensão), da Área Meio, só pude observar mesmo os Atos da Reitoria, e os documentos produzidos pelo próprio cedoc que estão na fase corrente.Da área fim, pude observar dossiês de alunos de pós-graduação, alguns documentos relativos a DEX, cujo desconhecimento do plano adotado não me permite inferir que tipo documental de encontra nas caixas, por mais que eu possa ver uma descrição no espelho (que é bem sucinta). também observei enorme massa documental da DPP, porém sempre de forma superficial sem poder ter contato com a documentação, apenas pelo lado de fora.


Questões de Diplomática


                                           (http://agoraumpoucodetudo.blogspot.com.br)


1 – Quais espécies documentais existentes no Cedoc?

As principais espécies documentais presentes no cedoc  são: Atos, atas, convênios, relatórios, editais,memorandos, ofícios, pareceres,dossiês, processos, ementa, contrato, folha de freqüência, convite,protocolo,notas, recibo, crachá,regimento, regulamento,jornais, projetos


2 – Quais as correspondentes funções de tais espécies?

Atos: representam diversas decisões da reitoria a respeito das questões que permeiam a Universidade. Designam, autorizam, criam, extinguem, homologam, concedem, etc.
Atas: tem a função de registrar pontos importantes de determinado evento. EX: Atas de reunião entre CEDOC e reitoria, atas de reunião do corpo deliberativo do Centro , atas dos diversos setores que são transferidos para o CEDOC.
Convênios: representam um acordo feito entre duas partes para um objetivo mútuo.
Relatórios: Tem a função de registrar detalhadamente e objetivamente o que foi feito fruto de atividade.
Editais: Função de passar regras, procedimentos, avisos, de forma oficial para ser publicado.
Memorandos: Comunicações breves com informações rápidas de forma formalizada.
Ofícios:  comunicação interna entre autoridades de diversos níveis.
Pareceres: Função de dar a resposta de um especialista sobre algo, ou uma análise, julgamento.
Dossiês: Reunir documentos sobre uma pessoa, ou uma coisa.
Processos: Conjunto de documentos que se encaminham a um órgão oficial para análise, prova, etc
Ementa: Descrever o que vai ser apresentado no semestre, como programação de aulas, separação de notas, bibliografia usada, etc.
Contrato:  Firmar um acordo entre duas pessoas, representa a formalidade entre o mesmo.
Folha de Freqüência: Função de registrar freqüência de servidores, bolsistas e estagiários da instituição.
Convite: Formalizar o ato de convidar.
Protocolo:  documento que acompanha outros documentos e serve para registrar a tramitação de um documento.
Crachá: Identificar quem trabalha e as funções que exerce ou quem transita pela instituição.

Notas: Registrar transações, forma de comprovar que algo ( um acontecimento, compra, despesa, etc.)
Recibo: Comprovar recebimento de algo por meio registrado.
Regimento: Forma de registrar regras estabelecidas e que precisam ser cumpridas por uma instituição, evento, etc.
Regulamento: Função de registrar normas e conjunto de regras.
Jornais: Registrar os acontecimentos internos e externos a instituição. Comunicação.
Projetos – documento que tem a função de iniciar a execução por exemplo das estruturais do centro e também de auxiliar nos estudo sobre mudanças pretendidas posteriormente.


3 – Quais os tipos documentais existentes no Cedoc?

Os tipos documentais existentes no cedoc são: Atos da reitora, Atos do conselho Diretor, Atos do Conselho de Administração, Atos de Coordenação, Atos de decanatos ( Administração, finanças, direito),regimento interno da Universidade, regimento interno dos departamentos,  Convênio da FUB com instituições diversas, Pareces  da PJU,Requisição de passagens, pareces da PJU referentes a Justiça Federal, Pareceres da PJU referentes a precatória, Preces da PJU referentes aos processos da Justiça de Trabalho, registros de diploma, Instrução da Reitoria, Dossiê Alfabetização Solidária, folhas de pagamento de servidor, Folhas de freqüência de estagiário, servidor e bolsista, solicitação de requisição de passagem,  Notas fiscais, jornais de comunicação interna da UnB, ementa de disciplinas, editais de concurso,Pareceres da PJU de reclamações trabalhistas, notas de empenho


4 – Relacione as séries documentais do arquivo do Cedoc com as respectivas fases do ciclo de vida, de acordo com a teoria das 3 idades.


Fase de corrente

. Folha de pagamento de estagiário, servidor e bolsista.
.Avaliação de Estagiário
.UnBDOC  ( protocolo)
.Solicitação de serviços e materiais
.Folha de freqüência de estagiários, bolsistas e servidores.
.Crachás de servidores, estagiários, bolsistas e visitantes.
.Requisição de pesquisa , empréstimo e consulta de documentos.


Fase Intermediária

.Documentos de protocolo ( UnBDocs)
. Memorandos, ofícios.
.Convites.
.Solicitação de materiais, passagens, serviços, etc.
. Documentos do fundo DGP ( folha de freqüência de estagiário, servidores, prestadores de serviço; folhas de ponto)

Fase Permanente

. Série Atos da Reitora
.Resoluções da Reitoria
.Instrução da Reitoria.
.Resoluções do Conselho Diretor
.Resoluções do decanato de administração e finanças.
.Resoluções e instruções de diversos decanatos e setores da Universidade.
.Pareceres da PJU
.Convênios do SCO ( Setor de Convênio)

5 – Sugira um plano de classificação para os documentos do Cedoc.

O Cedoc, abriga documentos da área meio e área fim da UnB como um todo (o que inclui a área meio e fim também do próprio Cedoc). Para tal, o Plano de Classificação deve abrigar toda essa documentação e ter espaço para abrigar novos documentos surgiram no futuro, visto que cada vez que a UnB se torna mais complexa na realização de suas atividades, mais e mais documentos serão criados para atender suas futuras demandas. Um Plano de Classificação ideal para o Cedoc  deve estar ligado a Tipologia, assim você separa com mais detalhes a documentaçào e permite uma melhora nos mecanismos de busca. O Plano de Classificação seria baseado nas tipologias e seres documentais pois assim abarcaria todos os documentos, sua organicidade e suas peculiaridades.
Como exemplo da classificação temos:
É possível perceber que a tipologia ( Pareceres da PJU)  se divide em duas áreas(Justiça do Trabalho e Justiça Federal) e elas por sua vez tem suas divisões. Com essa divisão os documentos são tratados de forma a receber uma classificação de acordo com sua função e subordinado a tipologia o que facilitaria um tratamento das séries e dos fundos documentais de forma geral.


6 – Que ações arquivísticas poderiam ser implantadas no Cedoc?

Em um primeiro momento podemos notar que o espaço físico do Cedoc é limitado, sugeriríamos um estudo da disposição do mobiliário de forma a facilitar o acesso e o trabalho no arquivo, além de se criar um planejamento para prevenção de sinistros.  Seria interessante realizar uma campanha de divulgação do Cedoc e sua importância junto a administração da Universidade de Brasília, pois como notamos na pesquisa realizada pelo jornalista, o desconhecimento em relação a própria existência do Cedoc pode ser nociva e dificultar o desenvolvimento de atividades e até mesmo possíveis apoios e parcerias que beneficiariam a UnB.